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Colunas de golfe · Swing e impacto

O receio do shank e os primeiros ajustes

Confirme o contacto no hosel e reencontre a distância com tacadas pequenas

Esboço da face e do hosel de um ferro junto a uma bola

Quando a bola de ferro dispara quase de lado, até preparar a seguinte causa hesitação. O shank pode acontecer quando o contacto é no hosel, e não no centro da face. Mas nem toda bola à direita é shank: comece pela marca do impacto.

Afastar-se mais um passo à pressa pode fazê-lo esticar os braços e criar outro problema. A distância no address merece revisão, mas não é a única causa. Veja também se corpo e mãos se deslocam em direção à bola.

Primeiro, assegure o espaço e reduza o swing

Se a bola dispara lateralmente, verifique pessoas e estruturas nessa direção. Troque o swing completo inseguro por uma tacada pequena de ferro curto. Se puder usar um marcador de contacto, veja onde realmente acertou.

Deixe pousar o taco naturalmente e coloque-se à distância em que os braços pendem confortavelmente. Veja se está sobre as pontas dos pés ou a esticar os braços à força. Uma distância medida por certo número de dedos não serve para todas as constituições.

Altere uma causa de cada vez

Se o contacto no hosel se repete mesmo nas tacadas pequenas, filme de frente e de trás para rever com um profissional. Bater mais forte para vencer o medo não substitui a avaliação.

Distinguir contacto sempre no hosel de bolas que acertam normalmente na face muda o ponto de partida. É por isso que deve guardar a marca, não apenas a memória de uma bola à direita. Filme boas tacadas e erros da mesma posição para comparar.

Depois de confirmar o impacto, mude só uma variável

Confirmada a marca no hosel, pode começar pela distância de preparação. Coloque o taco com os braços relaxados e observe se se inclina mais do que habitualmente sobre os dedos ou se aproxima o corpo da bola. Veja também se precisa de esticar muito as mãos. Perto e longe não podem virar uma receita única.

Se ajustar um pouco a distância, compare algumas vezes com a mesma posição de bola e amplitude. Mudar também o grip e recuar a bola impede perceber qual alteração deslocou o impacto. Veja se aumenta o contacto central nas tacadas pequenas antes de escolher o ajuste seguinte. Suspenda o hábito de somar uma receita a cada bola.

Se só algumas bolas encontram o hosel, compare a preparação das boas e das más. Distância e equilíbrio mudam a cada vez? Corpo e mãos deslocam-se durante o swing? Filmar também a tacada normal revela diferenças melhor do que examinar apenas um erro durante muito tempo.

Escolhas para terminar os buracos que faltam

Depois de um shank no campo, não consegue iniciar todos os testes do treino. Veja se reduzir o swing ainda permite a distância e os obstáculos necessários e escolha um taco confortável e alvo amplo. Antes de preparar, confirme onde estão as pessoas, considerando a possibilidade de saída lateral.

Perto do green, não precisa de insistir no loft mais alto. Com relva curta e corredor aberto, considere putter ou uma bola curta a rolar. Rough e bunker a ultrapassar exigem outra decisão. Escolha uma tacada possível no lie atual em vez de rolar por um caminho impossível para fugir ao receio.

Depois da volta, não registe apenas shank: anote onde aconteceu, como ferro longo, pitch curto ou já com fadiga. Relacionar esse contexto com marcas e vídeo torna mais concreta a pergunta a quem o ajuda. Também separa os factos da expectativa de que um erro se vai repetir em todos os tacos.

Um shank não explica todas as tacadas do dia. Veja a marca, reduza a amplitude e verifique uma coisa de cada vez. Comece por parar a alternância apressada entre afastar-se e aproximar-se da bola.