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Como rever o cartão de resultados
A fairways, GIR e putts, acrescente o lugar do erro

Fez poucos putts mas um mau resultado. O putting esteve bem e falhou tudo o resto? Se falhou muitos greens e fez chips perto do buraco antes de um putt, o total pode baixar. Leia os números com o processo que os produziu.
Não precisa de escrever muito. Fairways, greens e putts, com penalidades e locais dos grandes erros, já dão pistas para o próximo treino.
Mantenha coerentes os denominadores
A percentagem de fairways costuma contar as saídas que lá ficaram, excluindo pares3. GIR é a proporção de buracos em que chega ao green até par menos duas tacadas: em duas no par4 e em três no par5, por exemplo.
Conte putts com critério estável de pancadas no green. Misturar tacadas de putter do fringe dificulta comparar voltas. Confirme também a definição da aplicação usada.
| Indicador | Critério | O que relacionar |
|---|---|---|
| Fairways acertados | Proporção das saídas no fairway, excluindo pares3 | Penalidade, lie e possibilidade de avançar após o erro |
| GIR | Proporção de buracos no green até par−2 | Lado do erro e dificuldade da tacada seguinte |
| Número de putts | Pancadas feitas no green | Distância inicial e erros nos putts curtos |
Veja ligações em vez de números bons ou maus
Nos fairways falhados, distinga penalidade de rough curto que permitiu jogar normalmente. Um GIR falhado com chip fácil à borda difere de uma recuperação difícil do bunker.
Não tire todas as conclusões de uma só volta. Dificuldade, tees, vento e primeiros putts longos mudam os valores. Registar da mesma forma em várias voltas ajuda a separar um dia ocasional das fraquezas repetidas.
Pode começar sem cálculos complexos. Assinalar o lado das penalidades e buracos com primeiro putt muito longo já define prioridades. Notas breves sustentáveis valem mais do que uma tabela perfeita que abandona por dar trabalho.
Veja a situação por trás do número
Nos buracos com muitos putts, anote a distância do primeiro. Repetir primeiros putts longos pede treino diferente de falhar vários curtos. Não leia os três indicadores como notas independentes.
Dois putts podem começar de distâncias distintas
Compare terminar em dois de muito longe com falhar um primeiro curto e acabar também em dois. O cartão mostra2 em ambos, mas a indicação de treino difere. A distância aproximada do primeiro já separa controlo longo de direção inicial curta.
Num dia de GIR baixo, chips perto e putts únicos podem reduzir o total. Mais GIR pode, pelo contrário, trazer primeiros putts longos e aumentar um pouco o número. Por isso, o total isolado não prova melhoria ou piora.
Não precisa de calcular análises sofisticadas. Distinga primeiro putt longo, erro curto e lie difícil após falhar green. O objetivo é ligar situações às tacadas gastas, não acumular medições. Mantenha iguais as definições da aplicação a cada volta.
Transforme o registo numa frase de treino
Com muitos fairways falhados, veja que lado realmente provocou penalidades ou recuperações repetidas. Rough curto e floresta quase injogável não custam o mesmo. Encontrar a perda grande repetida transforma o treino de saída numa redução do erro mais caro, em vez de corrigir tudo.
Com GIR baixo, não conclua apenas que os ferros foram maus. A saída deixou lie difícil? Faltou carry repetidamente? Apontar a bandeiras de canto levou ao erro lateral? Separe perguntas de swing, distância e alvo para escolher a primeira a trabalhar.
Escreva um objetivo observável: verificar a zona de paragem dos primeiros putts longos, registar carry comum dos ferros médios ou comparar taco seguro em saídas estreitas. Rever do mesmo modo algumas voltas depois dá base para ver que situações o treino realmente facilitou.
Se a revisão termina apenas em dizer que o swing voltou a estar mau, não sobra uma ação. Escreva numa frase o que mudar, em que distância e posição. Os números são mais um mapa para escolher o treino do que uma nota sobre si.


